segunda-feira, 2 de novembro de 2009

E COMO DIRIA...


... Bustamante:


"O computador pode agir como tecnologia alternativa,
desde que seja considerado como alternativa importante,
mas não a única ou a melhor de todas."


... Paulo Freire:

“A leitura do mundo precede sempre a leitura da palavra e a leitura desta implica a continuidade de leitura daquele.”


... Moran:

"As tecnologias não salvam um mau projeto pedagógico, não salvam um mau professor."

"É possível criar usos múltiplos e diferenciados para as tecnologias".

"A Internet nos ajuda, mas ela sozinha não dá conta da complexidade do aprender."


... Rubem Alves:

"Enquanto a sociedade feliz não chega, que haja pelo menos fragmentos de futuro em que a alegria é servida como sacramento, para que as crianças aprendam que o mundo pode ser diferente. Que a escola, ela mesma, seja um fragmento do futuro..."


... Anísio Teixeira:

"Educar é crescer. E crescer é viver. Educação é, assim, vida no sentido mais autêntico da palavra."


... Jean Piaget:

"A principal meta da educação é criar homens que sejam capazes de fazer coisas novas, não simplesmente repetir o que outras gerações já fizeram. Homens que sejam criadores, inventores, descobridores. A segunda meta da educação é formar mentes que estejam em condições de criticar, verificar e não aceitar tudo que a elas se propõe."


... Immanuel Kant:

"A educação é o maior e mais difícil
problema imposto ao homem."



... Voltaire:

"Educar mal um homem é dissipar capitais e preparar dores e perdas à sociedade."


... Nelson Mandela:

"A educação é a arma mais poderosa
que você pode usar para mudar o mundo."


... Douglas Alves:

“A educação atual é um processo contínuo de descontinuidade intelectual. Não se dá importância ao que o aluno sabe e tem a ensinar. A cultura prévia de cada um é desconsiderada de tal forma que o único ser pensante no processo ensino-aprendizagem é o professor. Mas até onde será que ele realmente pensa?".

ACONTECEU COMIGO...


Não lembro a data em específico, mas foi na 1ª Série do Ensino Médio. Um professor, a qual não citarei nome e matéria, havia feito um seminário em dupla onde deveria ser entregue um texto em escrito para depois fazer a apresentação. No dia marcado para a entrega do texto escrito, entregamos o nosso com poucas páginas, porém devidamente aprofundado sobre o tema. Já outros colegas entregaram textos enormes, de várias páginas que haviam tirado do Google, no famoso esquema "copie e cole" (Ctrl C + Ctrl V). Dias depois houve a apresentação, eu e meu colega fizemos uma apresentação longa e bastante expressiva, assim como mais alguns alunos que realmente estudaram; já outros colegas mal conseguiam lembrar o título do texto pesquisado. Entretanto, na entrega final dos trabalhos, o texto escrito deles tiveram quase nota máxima (alguns até conseguiram chegar lá) enquanto eu e meu colega tiramos pouco mais da metade. Em casos como assim, fica evidente que o docente não soube respeitar o trabalho de alguns alunos e nem sua própria opinião. Ele pediu algo para ser pesquisado e entregue, mas muito não se deram ao trabalho de pesquisar e ele se quer leu algo do que pediu, apenas avaliou por quantidade de páginas, se no título havia algo relacionado ao que ele pediu, restava contar as páginas e dar as notas. Por favor, caros docentes, jamais peçam aos alunos algum trabalho que não estejam realmente interessados em avaliar, pois você não estará somente esnobando a criatividade e trabalho de muitos como contribuindo para a prorrogação de meios pouco eficazes de aprendizagem. Se liga! A evolução dos alunos passa por suas mãos.

QUER PERGUNTAR? SINTA-SE À VONTADE...


Hoje, com a advento das novas tecnologias e com a facilidade de se ter acesso a elas, o professor faz seu planejamento focado na transmissão de conhecimentos aos alunos através de uma programação curricular que não leva em conta esses recursos disponíveis tanto na escola quanto na sociedade, aprofundando-se num processo conservador que o deixa com espaço garantido entre os personagens sobreviventes da Pedagogia tradicional.
O que seria possível fazer para que o docente, que fixa seu plano educacional pelo período de um ano em recursos e projetos antigos que não condizem com a realidade em que os alunos e o próprio estão inseridos, viesse a ter uma nova visão sobre sua metodologia de ensino e sobre as tecnologias existentes que podem ser usadas em prol da educação?
Você como educador já tentou parar para pensar sua forma de ensino? Como se dá em sua turma o processo de ensino-aprendizagem? Devemos fechar os olhos para o que acontece à nossa volta? Se a sociedade está em constante transformação o professor não deveria participar desse processo evolutivo?

FIQUE ATENTO!!!


Orkut UM AMPLO TERRENO DISCURSIVO


O presente trabalho tem como objetivo analisar, por meio da teoria da Análise do Discurso de linha francesa - doravante AD francesa, a manifestação lingüística de uma enunciadora na rede social denominada Orkut, rede esta que vem se destacando e sendo considerada por muitos estudiosos como um verdadeiro instrumento de difusão do poder da palavra, enquanto outros acreditam que essa rede social seja uma organizadora do caos.
A escolha da rede social Orkut se deu pelo fato de que esta é uma rede que teve uma grande aceitação por parte dos internautas brasileiros, além disso, esta rede se constitui como um dos grandes meios de comunicação no Brasil, até porque em Recuero (2006) pode-se observar que o Brasil é um dos países com maior número de pessoas inscritas nesse tipo de rede social, além disso, o trabalho se apoia na teoria Análise de Discurso, por considerar que está teoria apresenta subsídios necessários para um trabalho com essa finalidade. O texto buscará trazer à tona questões referentes às formações ideológicas e discursivas nas manifestações estudadas e que serão apresentadas ao fim do texto (anexo).
O trabalho será dividido em quatro partes, sendo a primeira uma explanação sobre a Análise do Discurso, mostrando suas filiações teóricas, surgimento e os principais percussores de tal disciplina/teoria. A segunda parte versará sobre os novos meios de comunicação, sem se demorar muito, já que o objetivo central não é mostrar com profundidade todos os meios disponíveis em nossa sociedade. Tais meios de comunicação são denominados de ‘ecomunicação’, além disso, vemos que Marcuschi (2005) diz que as várias expressões tais como e-mail, blog, flog, Orkut, ISQ etc. fazem parte de nosso cotidiano e competem em tom de igualdade com o papel e o som, uma vez que esses novos meios de comunicação uniram em um único instrumento tanto o som quanto o papel, dando a eles a versatilidade que se encontra em ambos.
A terceira parte é constituída da própria análise de corpus e, por fim, segue a quarta e última parte do trabalho, na qual se elencará a título de conclusão os resultados obtidos da análise de corpus, apontando assim, as considerações finais. Buscaremos, durante o trabalho, analisar o posicionamento da enunciadora em dois momentos, sendo o primeiro na descrição da comunidade criada pela própria enunciadora em questão e o segundo em uma interação em que a enunciadora faz um comentário, aparentemente, sobre uma amiga, trazendo, dessa forma, à tona a evidência de que o sujeito é um lugar vazio que está pronto para ser ocupado, desfazendo, portanto, a ideia de que o enunciador é o senhor de seu dizer. Também, por meio da análise, tentaremos mostrar que a enunciadora enuncia de forma diferente, isto é, a situação, o contexto enunciativo, ao qual a enunciadora está vinculada, dita o que pode e o que deve ser dito, respeitando, assim, as formações discursivas e ideológicas.
Ao final do trabalho, buscaremos a comprovação de que o sujeito é, realmente, um lugar vazio pronto para ser ocupado e que o enunciador se assujeita à formação discursiva e ideológica.

*Anderson da Silva Buzato, professor da rede pública estadual de São Paulo, pesquisador, graduado em letras e pós-graduando em Estudos da Linguagem pela Universidade Mogi das Cruzes

Fonte: http://www.linguaeducacao.net/press/capa.pdf

           http://revista.linguaeducacao.net/?page_id=146

PESQUISANDO

Sugestões para utilizar algumas ferramentas


Esqueça todas aquelas desculpas clichês e barreiras tão conhecidas e veja como é simples usar as tecnologias na sala de aula. Criamos algumas dicas simples, sem custo e que podem ajudar a utilizar diversas ferramentas.
Revisão textual colaborativa: Esta atividade pode ser aplicada tanto para o ensino de língua portuguesa, quanto para o ensino de língua estrangeira. Como atividade extraclasse, sugira que os alunos organizem-se em grupos e crie um grupo de e-mails (yahoo groups). Selecione produções textuais de alguns alunos e envie para o grupo corrigir. Peça que eles enviem e-mails para o grupo apontando os erros e discutindo o erro (o motivo do erro) e as sugestões para melhorar o texto. Desta forma você estará instigando o grupo a pensar a língua.
Webquest, Teatro on-line e Wikispaces: Sugira uma leitura prévia da obra “A farsa de Inês Pereira” de Gil Vicente. Oriente uma pesquisa sobre o autor e sobre a obra. Sugira aos alunos que assistam a peça disponível no site do “Centro de Investigações para Tecnologias Intectivas” do departamento de ciências sociais e humanas da Universidade de Lisboa (http://www.citi.pt/gilvicenteonline/html/farsa/frameset_farsa.html). Para a produção do trabalho final, peça que os alunos organizem artigos ou resenhas sobre a peça e publiquem o resultado da pesquisa e o texto produzido em Wikispaces ou em um blog da turma.
Podcast de literatura: (Adaptado da revista Nova Escola) Explique inicialmente a proposta e o funcionamento de um podcast, mostre alguns podcasts para os alunos para que eles se familiarizem com a tecnologia. Sugira a leitura de uma obra e a investigação da vida do autor. Após a coleta dos dados, selecione com os alunos as informações principais, o gênero (como entrevista) e montem um roteiro para o rádio (podcast). Ensaie o programa, grave (utilizando programas como o Audacity, “gravador de voz do windows” ou outro programa de sua preferência) e publique o podcast, disponibilizando ele para a comunidade (é possível inclusive colocar um hiperlink no blog da turma para que todos acessem o podcast). Uma outra forma de variar essa atividade, é criar documentários com câmeras digitais, filmadoras digitais (ou de celular), editar com o Windows Movie Maker e publicar.
Vale ressaltar que todos os processos para a criação de um produto final através de mídias digitais transitam por diversos gêneros textuais, bastando apenas criatividade e boa vontade do professor.
Pensar em um ensino totalmente a distância ainda é ilusório, mesmo nas previsões otimistas do professor José Manuel Moran, pois exigem uma nova postura do aluno, mas trazer as tecnologias como recursos didáticos é mais que possível!




Saiba mais!


Busque sempre se atualizar sobre o que está acontecendo no mundo tecnológico. Revistas e sites especializados são uma boa pedida. Uma boa revista é a INFO (http://info.abril.com.br/).

Leia também:

Tools for online collaboration (http://www-writing.berkeley.edu/tesl-ej/ej32/int.html)

Cursos são oferecidos via celular (http://uoltecnologia.blog.uol.com.br/arch2007-11-25_2007-12-01.html)

LEITURA DE HOJE...

POSSIBILIDADES DIDÁTICAS
PARA UM ENSINO CONSTRUTIVISTA

(por Pamela Niero com colaboração e discussão de Alexandre Caetano e Lilian de Paula)

Novas tecnologias são amigas ou inimigas? Quais delas eu posso utilizar? Qual a melhor forma de utilizar esses novos recursos? Você alguma vez deve ter se perguntado isso. Essas e outras perguntas semelhantes fazem parte dos novos dilemas do professor moderno.
Crianças e jovens têm acesso cada vez mais rápido ao computador, à internet, às câmeras digitais, aos tocadores de mp3 e a outros recursos tecnológicos. Com o avanço tecnológico é necessário um novo olhar para as ferramentas intermediárias do processo de ensino e aprendizagem. Lousa, cuspe e giz cedem lugar para ambientes virtuais, redes sociais, blogs e fóruns.
No artigo “Ensino e aprendizagem inovadores com tecnologia”, o professor José Manuel Moran chama atenção para as possibilidades dos novos recursos tecnológicos, frisando principalmente as mudanças na relação professor-aluno, tempo-espaço e individualidade-coletividade.
Com os blogs, grupos, fóruns e até os ambientes virtuais o conceito de aula muda e a sala de aula ganha uma extensão, que pode ser acessada a qualquer hora em qualquer lugar, servindo de ponto de encontro entre o professor e o aluno. Neste novo “point” pedagógico, o professor tem a possibilidade de disponibilizar material extra para os alunos, além de estar “presente” 24 horas aos alunos.
O espaço de trocas de conhecimento aumenta e o processo de comunicação inova. Chats, e-mails possibilitam ao professor a tirar dúvidas a qualquer momento, além de orientar virtualmente pesquisas e atividades, como nos chamados Webquests, que possibilitam aos alunos trabalharem como pesquisadores. O papel do professor fica em orientar os alunos na construção do conhecimento.
As novas tecnologias tornam o processo de comunicação mais participativo (incentivando cada vez mais o trabalho coletivo de alunos e professores) e conseqüentemente a relação do professor com o aluno mais aberta e interativa, além de possibilitar integrar a comunidade nos projetos.
Para que isso aconteça, é necessário que o professor saiba aproveitar o que há de melhor no ensino presencial e no ensino a distância, sempre atrelando as novas tecnologias ao currículo. Existem várias ferramentas na Web, o professor deve buscar conhece-las e descobrir formas criativas de utilizá-las.

Ferramentas on-line

Se você pensa que novas tecnologias se resumem a utilização de “power point” e ferramentas de uso off-line (jogos, paint, movie maker e pacote Office) em sala de aula, conheça agora algumas ferramentas e as possibilidades que elas apresentam para ajudar no processo de ensino e aprendizagem.

Ambientes virtuais: São como salas de aula on-line que possibilitam ao professor colocar o conteúdo (aula) em textos, administrar atividades e avaliações. Os ambientes virtuais mais conhecidos são o blackboard e moodle.

Grupos: Atualmente existem dois tipos de grupos – os on-line e os off-line. Os grupos off-line são grupos de e-mails, como o Yahoo Groups ou Google groups, que unem várias pessoas em um único endereço de e-mail, o que torna possível à troca de mensagens entre os membros de um mesmo grupo. Nos grupos on-line (Groups.Im) a diferença está no momento em que ocorre a interação. Os membros do grupo não precisam acessar os e-mails para ler as mensagens, mas ficar on-line nos “Messengers” (aplicativo de mensagens instantâneas, como MSN) para que comece a troca de mensagens.

Redes sociais: As redes sociais permitem a divulgação de trabalhos, participação em fóruns e a união de pessoas com um mesmo interesse. Podemos citar o orkut, facebook e a sensação do momento – o twitter.

Ferramentas de publicação na web e compartilhamento de arquivos: As páginas na web e os blogs possibilitam a publicação de trabalho dos alunos, como forma de motivação, além de permitir disponibilizar textos, imagens, sons e animações para os alunos. Podemos citar o You Tube (para vídeos), o Wordpress (para páginas e blogs) e o Open Journal system (para criação de jornais e revistas). Outra ferramenta excelente para compartilhamento de arquivos de forma “estática” (ou seja, que não necessitam que o usuário que disponibiliza esteja conectado) são os chamados discos armazenagem virtual. Os mais conhecidos são o 4shared (que funciona como uma HD virtual compartilhada), o eSnips e o Rapidshare (que armazena um arquivo sem a necessidade de cadastro).

Ferramentas para pesquisa: Possibilitam ao professor e ao aluno pesquisar em revistas e outros documentos informações precisas, como é o caso do Google e do Bing (ferramenta de busca da Microsoft).

Ferramentas de construção colaborativa: Quer construir conhecimento com os seus alunos? Que tal utilizar o Wikispaces? Essa ferramenta possibilita os alunos adicionarem dados, textos, tal como a Wikipedia (enciclopédia construída com informações adicionadas por usuário). A vantagem é que uma turma pode ter seu próprio espaço “Wiki”. Outra possibilidade “Wiki” são os indexadores de blog, no qual os principais artigos ou “posts” publicados pelos alunos ou professores em seus blogs pessoais ficam disponíveis numa única página com um hiperlink para ler na íntegra o documento. Aqui podemos destacar o Blogagem coletiva.

Rádios on-line: Alguma vez você já ouviu o termo podcast? Podcast são rádios on-line com programações pequenas, de no máximo 5 minutos. Você e seus alunos podem criar rádios e publica-las on-line, além de unir várias rádios nos agregadores de podcasting (iguais aos indexadores de blogs). Quer conhecer? Visite então a Podcast One.

Esses são alguns exemplos além das ferramentas “off-line”. Procure explorar as possibilidades dessas e outras tecnologias e conhecer novas para tornar sua aula mais dinâmica.

Fonte: http://glossolalia.opatifundio.com/

Pamela Niero é licenciada em Letras, especialista em literatura contemporânea e análise do discurso, editora da revista Língua & Educação

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

E COMO DIRIA...



Espaço para o professor, ou mesmos os alunos, deixarem mensagens, textos, reflexões... sobre os mais diversos assuntos e dos mais diversos autores, podendo ser uma frase de um clássico escritor da literatura mundial ou de um feirante num momento de filosofia durante seu trabalho na feira. Um espaço aberto à diversidade cultural.

Exemplos:


... Jaime dos Santos:

"Sorte é aquilo que acontece quando
a preparação encontra a oportunidade".


... Maurício Ramon:


"A sabedoria não se mede pelas palavras que você disse,
mas sim pelas que você se recusou a falar".


... Roque dos Santos:

"Eu sou o nunca depois do antes,
e o antes do que nunca aconteceu".


... Douglas Alves:

"O adeus não é mais que um convite para jantar
depois de um belo café da manhã".


... Voltaire:

"Todas as riquezas do mundo não valem um bom amigo".


... Gregory House (Dr. House):

"Mentiras são como as crianças: apesar de inconvenientes,
o futuro depende delas".


... Rocky Balboa (Rocky):

"A última coisa que envelhece é o coração".


... Kevin Arnold (Anos Incríveis):

"Existem pessoas que passam em nossa vida e vão embora
e nunca mais ouvimos falar. Outras entram e permanecem
para sempre. E há aquelas que passam e vão embora,
mas jamais as esqueceremos"

ACONTECEU COMIGO...


O professor ou os alunos poderiam relatar histórias ou causos que aconteceram com eles ou que ouviram através de outras pessoas ou familiares. Contos reais ou fictícios, que podem ter relação com o que viram numa aula ou que acham interessante descrever. Possivelmente surgirão muitos casos cômicos descritos pelos alunos assim como assuntos mais sérios, questões de relevância social, dependendo do tema relacionado à história ou estória.

QUER PERGUNTAR? SINTA-SE À VONTADE...


Os alunos que geralmente tem vergonha ou medo de tirar dúvidas em sala de aula podem usar desse espaço no blog para fazerem suas perguntas, postando como anônimos; e na aula seguinte o professor descreveria as perguntas que foram deixadas no blog e responderia a todos como se fosse uma pergunta feita pela turma e não de um único aluno, a não ser que o próprio permitisse a divulgação de seu nome diante da dúvida.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

FIQUE ATENTO!!!


Aqui seria o ponto onde todo aluno deveria dá uma olhada ao menos uma vez na semana, pois o professor poderia utilizá-lo passando um resumo das atividades que ele deseja fazer nas próximas aulas ou de recursos que os alunos necessitariam levar à sala; podendo ainda ser usado quando for necessário fazer algum aviso urgente, como o lembrete de um trabalho ou a justificativa por uma possível falta do docente.

PESQUISANDO


Nesse espaço o professor pode fornecer aos alunos temas para eles pesquisarem e terem conteúdo teórico para a aula além de também materiais como links, onde os alunos já usariam na referência em suas
pesquisas. E os próprios alunos também poderiam deixar aos colegas outros links e arquivos como vídeos para ajudarem na formação de idéias em comum a respeito dos temas abordados.

LEITURA DE HOJE...


Nesse quadro do blog, o professor pode trabalhar com os alunos as leituras feitas durante as aulas semanais. Ele pode adiantar os conteúdos a serem trabalhados passando o texto aos alunos através do blog e na sala fazer uma leitura onde haveria uma maior participação da turma por estar por dentro do assunto. E após o trabalho realizado em sala de aula, o professor pode utilizar desse espaço para discussão e dicas com os discentes, tirando suas dúvidas e gerando um processo de ensino e aprendizagem contínuo.